Uma performance solo abre o Gira Festival de Resistência 2019. Na sua Travessia, a diretora, escritora, pesquisadora, atriz e Kuringa, Bárbara Santos, investiga a conversão do corpo cênico em corpo político, articulando elementos das danças negras ancestral e contemporânea e dos percursos criativos de som e ritmo da Estética do Oprimido desde uma perspectiva feminista. A corajosa performance de 30 minutos é seguida pela apresentação do Festival, da inauguração da inédita Banca de Jornal Fake News Brasew e da exposição Lula em desenhos, de retirante a presidente a preso político, da artista Maris. Convidades assistem então a uma Gira de vídeos. Logo depois, canções de Bertolt Brecht/Kurt Weill/Hanns Eisler contra o fascismo ocupam o espaço sonoro do Bethanien, na voz de três cantorxs e no toque do piano. Um coquetel conclui o primeiro dia desse festival que propõe dar visibilidade aos movimentos de resistência no Brasil por meio de arte e política.

Abertura: 5/9, às 18h

Performance Travessia, por Bárbara Santos

Apresentação do Festival

Inauguração da Banca de Jornal Fake News Brasew

Abertura da Exposição Lula em desenhos, de retirante a presidente a preso político – Arte e
concepção: Maris

Gira de Vídeos

Die Frechen Lolas – canções de Bertolt Brecht/Kurt Weill/Hanns Eisler contra o Fascismo. Vorstellung einer Szene in vier Momente unterteilt, mit Liedern von Bertolt Brecht/Kurt Weill/Hanns Eisler, gegen den Faschismus. Grupo/Gruppenname: Die Frechen Lolas. Cantoras/SängerInnen: Sylvia Klein, Telma Savietto und Marcelo Kuna Pianista/Pianistin: Bibiana Morr

Coquetel