O premiado longa “Espero tua (re)volta”,de Eliza Capai, e curtas sobre uma variedade de temas políticos estão entre as atividades do Grupo Girante Comunicação. Além delas, uma audição de podcasts em instalação arbórea, com vozes de lideranças da resistência no Brasil, um bate-papo sobre produção de novas narrativas por meio de dados, e uma oficina de resistência digital à internet tóxica.

Mostra de curtas: Imagens Militantes Brasil Contemporâneo.

Exibição de curtas de resistência, produzidos por coletivos independentes de todas as regiões do Brasil.

Data:  6 (16h); 7/9 (18h);

Local: Sala 1 New Yorck im Bethanien

Data: 7/9 (15h)

Local: Theater SpielRaum Bethanien

Aberto ao público

Documentário longa

Exibição de “Espero tua (re)volta”,de Eliza Capai, seguida de videoconferência com Marcela Maria, secundarista protagonista do longa

Convidada: Marcela Maria

Data: 6/9, 19h

Local: Theater SpielRaum Bethanien

Aberto ao público

Instalação

Audição de podcasts em instalação arbórea, com a voz de lideranças em debate sobre temas da resistência no Brasil hoje. Atividade apenas em português, disponivel durante todo o festival

Data: 6/9, às 13h

Local: Terraço

Aberto ao público

Workshop Memória Coletiva e Resistência Virtual

Nossa capacidade de resistir está sendo fortemente manipulada pela desinformação nos espaços digitais. Como podemos ser mais resilientes à influência das fake news como sociedade civil e como nossas ações online influenciam a qualidade da informação que outras pessoas recebem? Esse workshop se propõe a oferecer um conjunto de reflexões, métodos e ferramentas para resistir à influência da desinformação, considerando a memória coletiva como forma de resistência.

Facilitação: Bruno Pace

Data: 6/9, de 13h30 às 15

Local: Sala 1 New Yorck im Bethanien

Inscrições: bruno@worldbrain.io

Bate-papo: Dados e narrativas sobre sujeitos e territórios periféricos

Os novos conflitos de narrativas que envolvem sujeitos e interesses cada vez mais diversos são a prova de que os dados estão em disputa acirrada no Brasil. A quem pertencem os dados? A favor de quem eles estão mais ou menos disponíveis? Como tornar os dados visíveis a ponto de garantir novas narrativas que permitam o desenvolvimento de comunidades plenas de direitos? A fim de responder essas perguntas, foi criado o data_labe, laboratório de dados e narrativas na Favela da Maré (Rio), com quem conversamos neste bate-papo por videoconferência.

Convidades: Elio Leones e Juliana Marques

Data: 6/9, 17h30

Local:  Theater SpielRaum Bethanien

Aberto ao público